quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

SER AMIGO É....




SER AMIGO É....
ANDAR JUNTO, MESMO QUE DISTANTE.
É SER LEGAL, JAMAIS SUPERFICIAL.
DIZER O QUE PENSA, SEM OFENSA.
CALAR PARA OUVIR, SEM INTERVIR.
FALAR SEM RODEIO, SEM RECEIO.
GUARDAR O SEGREDO, SECAR O PRANTO, DAR O OMBRO.
ESTAR PARA O QUE DER E VIER, E JAMAIS ABANDONAR.
É SER ALGUÉM COM QUEM SEMPRE SE PODE CONTAR.
SER AMIGO, AFINAL,

É SER....
ESPECIAL!


                                                                  O AMIGO

"-Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo" - disse um soldado ao seu tenente.
"-Permissão negada." - replicou o oficial - "Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.
O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
"-Já tinha te dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens! Diga-me: Valeu a pena ir lá para trazer um cadáver?"
E o soldado, moribundo, respondeu:
"-Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pode me dizer":
"-Tinha certeza que você viria!"

UM AMIGO É AQUELE QUE CHEGA QUANDO TODO O MUNDO JÁ SE FOI!!!!








Eu, também trabalho em uma empresa particular,  como controlador de cesso e segurança, e não sou pago para fotografar nesse lugar, mas com certeza faço fotos todos os dias quando  lá estou.  Já fui muito humilhado e ofendido diretamente por alguns colaboradores e "me calei," daí comecei a unir o útil ao agradável; E a minha experiência com a fotografia me faz adquirir respeito e dignidade. Recentemente  um "amigo", estava muito em comodado com a minha barba e falou por várias vezes que no bairro onde ele mora a polícia estava executando (matando) pessoas de cavaiaque barbicha como ele fala, porque segundo ele a policia considera essas pessoas assassinos de policias.  Pois falei para dessa forma: > Nem todos os gatos são pardos, nem todos os negros são ladrão, nem todos os nordestino é besta e nem todos mineiro falso. Eu uso cavaiaque e não sou assassino, e nem bandido pois a maldade não tem estética...  Admilson  Barbosa, Fotógrafo.

"A escritora Cora Coralina (1889-1985) disse: > Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser melhor a cada dia, pois bondade também se aprende. Quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar."


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Manifestação: Em São Paulo, O povo vai as ruas protestar...

                                         

Manifestação é uma forma de ação de um conjunto de pessoas em favor de uma causa ou em protesto contra algo. As manifestações são uma forma de ativismo, e habitualmente consistem numa concentração ou passeata, em geral com cartazes e com palavras de ordem contra ou a favor de algo ou alguém.
As manifestações têm o objetivo de demonstrar (em geral ao poder instalado) o descontentamento com relação a algo ou o apoio a determinadas iniciativas de interesse público. É habitual que se atribua a uma manifestação um êxito tanto maior quanto maior o número de pessoas participantes. Os tópicos das manifestações são em geral do âmbito político, econômico, e social.















                                                               06/12/2014



A minha obrigação em momentos como esse é de colaborar com a comunicação, contra ou a favor estou aqui fazendo o meu trabalho como profissional da fotografia. Admilson Barbosa, Fotógrafo

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Aceitação...

Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, é falta de habilidade para tolerar.
Saiba que, quanto mais forte você é, menos se deixará perturbar por adversidades ou oposição.
Assim como o oceano absorve tudo o que vai até ele, se você é realmente forte, aceita tranquilamente os altos e baixos da vida.
E lembre-se sempre do velho ditado que diz: os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios; da mesma maneira, a intolerância é o instrumento daqueles que são, ou estão vazios internamente.
As pessoas que absorvem a essência da espiritualidade nunca usam da agressão porque sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força.











Admilson Barbosa, Fotógrafo ...


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

LIBERDADE DE EXPRESSÃO E RESPOSTA

Eu, não faço parte de nenhum partido político, mais tenho direito de apoiar e/ou votar em quem eu quiser. Eu, não sou obrigado à aceitar e/ou concordar com tudo que vem de você, mas existe uma palavra que se encaixa em qualquer lugar em qualquer classe social que se chama RESPEITO. Eu, não perdi amigos por isso, até porque meu pai Carlos Benedito Barbosa, uma vez me falou que "Não se perde aquilo que nunca se teve, e o que é do outro não se deve ter". >>> Informação, Conhecimento, Investigação e Sabedoria. Se informar, conhecer, investigar e saber. Admilson Barbosa, Fotógrafo...<<<
Até logo!!!


LIBERDADE DE EXPRESSÃO:

No Brasil
No Brasil, desde a Constituição do Império havia a garantia da liberdade de expressão, o que foi preservado até a Constituição de 1937. Já no período conhecido como Estado Novo durante o governo do presidente Vargas, o princípio constitucional da liberdade de pensamento desapareceu. Foi adotada a censura como meio de impedir a publicação ou a reprodução de determinadas informações. A censura nasceu reprimindo a liberdade de expressão.

Com o período da redemocratização, a Constituição de 1946 foi responsável por colocar e assegurar, no novo ordenamento jurídico, a manifestação do pensamento. O texto constitucional dispunha a livre manifestação do pensamento, sem dependências da censura, salvo quanto a espetáculos e diversões públicas, respondendo cada um, por abusos cometidos, conforme disposição legal.

Quando Getulio Vargas ocupou o poder novamente, ele se preocupou em editar a lei da imprensa (Lei 2083 de 1953) com a devida regulamentação dos crimes de imprensa. Em seu bojo, a lei trouxe vários defeitos, como a exacerbada repressão à liberdade de imprensa.

A Constituição de 1967, já outorgada nos governos militares, não aboliu o princípio da liberdade de pensamento, mas impôs uma delimitação que restringia sua aplicação, condicionando-os aos parâmetros da ordem pública e dos bons costumes.

O ordenamento jurídico de 1967 restringiu, ainda, a liberdade da livre manifestação do pensamento, ao impor sanções jurídicas a todo aquele que abusasse do direito individual com o objetivo de opor-se ao governo. Essa disposição ficou explícita nos artigos:

Constituição Federal de 1967, artigo 150 parágrafo 8.
Carta de Magna de 1967, artigo 151.
O direito a liberdade de expressão é caracterizado como direito da personalidade, integrante do estatuto do ser humano, fundamental para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana e determinada, para quem o incorpora, especificas funções. Ele é garantia individual e protege a sociedade contra o arbítrio e as soluções de força.

Vale ressaltar que, quando se restringe a liberdade de um indivíduo, não somente o direito deste é atingido, mas também o de toda a comunidade de receber e debater as informações, Caracteriza-se, assim que a liberdade de expressão atinge o indivíduo e a interação da sociedade.

Na atual Constituição Federal, promulgada em 5 de outubro de 1988, várias inovações foram conferidas em relação a liberdade de manifestação do pensamento, dando maior amplitude no rol de direitos e garantias individuais. Em todas as suas formas, a liberdade de expressão e um direito fundamental e intransferível, inerente a todas a pessoas, e um requisito para a existência de uma sociedade democrática.

Constituição brasileira de 1988
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
V - o pluralismo político
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
Art. 220 A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
Liberdade de Expressão e a Democracia[editar | editar código-fonte]
A "liberdade para transmitir informações e ideias por quaisquer meios independentemente de fronteiras" (artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948).

A liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia. Os governos democráticos não controlam o conteúdo da maior parte dos discursos escritos ou verbais. Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo ideias e opiniões diferentes e até contrárias.

Segundo os teóricos da democracia, um debate livre e aberto resulta geralmente que seja considerada a melhor opção e tem mais probabilidades de evitar erros graves. Cabe esclarecer que a aplicação da democracia não traz privilégios ao um determinado grupo específico e nem busca-se limitar de qualquer forma o direito de outrem, mas sim garantir a liberdade e direitos do coletivo.

A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a ideias, dados e opiniões não sujeitos a censura.

A liberdade de expressão é um direito fundamental consagrado na Constituição Federal de 1988, no capítulo que trata dos Direitos e Garantias fundamentais e funciona como um verdadeiro termômetro no Estado Democrático. Quando a liberdade de expressão começa a ser cerceada em determinado Estado, a tendência é que este se torne autoritário. A liberdade de expressão serve como instrumento decisivo de controle de atividade governamental e do próprio exercício do poder. O princípio democrático tem um elemento indissociável que é a liberdade de expressão, em contraposição a esse elemento, existe a censura que representa a supressão do Estado democrático. A divergência de ideias e o direito de expressar opiniões não podem ser restringidos para que a verdadeira democracia possa ser vivenciada.
DIREITO DE RESPOSTA:
O direito de resposta é o direito que uma pessoa tem de se defender de críticas públicas no mesmo meio em que foram publicadas. Refere-se, portanto, ao direito de oferecer uma resposta de esclarecimento quanto um jornal ou programa de TV apresenta um conteúdo que possa levar ao erro ou a interpretações que gerem vantagens por falsos argumentos.

Na Europa, têm havido propostas para a aplicação de direito de resposta legalmente obrigatório que se aplicaria a todos os meios de comunicação social, incluindo jornais, revistas e outros meios escritos, a par também das rádios, televisão e internet. O artigo 1 de uma proposta de 2004 do Conselho da Europa definiu o direito de resposta como: oferecer a possibilidade para reagir a qualquer informação nos meio de comunicação social que apresentem factos imprecisos que afetem os direitos pessoais.1 2 O direito de resposta também serve pro seu direito de resposta... 
 (Fonte e origem: wikipedia)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ARTE E FOTOGRAFIAS...

                       
          EXPRESSÃO COMUNICAÇÃO E ARTE, FOTOGRAFIA











Arte é “toda criação humana com valores estéticos que sintetizem emoções, história e cultura”.
Estabelecendo um paralelo direto considera-se que a Fotografia também esteja inclusa a isso e mereça ser considerada Arte.
A Fotografia é o olhar materializado de um observador. O “olhar” tem valores sentimentais e culturais. Portanto,se a fotografia é uma consequência desse olhar, que imite intensidade, também tem as mesmas características: sentimento e cultura
Fotografia é arte se, parte da dedicação ao estudo técnico e linguístico do que será apresentado, for digna de observação e respeito.
A Fotografia logo que surgiu, não era considerada arte,e atualmente ainda existe uma gama de opiniões quanto a isso. Para alguns críticos, a fotografia não pode ser considerada arte por conta da facilidade que existe em produzi-la, em contrapartida, outros críticos acreditam que ela pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia.                  (Fonte textual: arteeluz.wordpress.com) >>Foto: Admilson Barbosa<<

                 Admilson Barbosa, Fotógrafo
                             Até Logo!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A História da Fotografia, Admilson Barbosa, Fotógrafo

A História da Fotografia
Alguns modelos antigos de câmaras: 1. Câmara de turista fabricada por Nadar em 1860. 2. Câmara de fole francesa, de 1880. 3. Estereóscopo Velocigraph. 4. Câmara amadora, de 1880. 5. Câmara Zion (1890). 6. Estereóscopo Sigriste (1897). 7. Câmara Sigriste para captar movimentos. 8. Fotosfera de explorador (1888). 9. Câmara a colódio úmido com 12 lentes, de 1870. 10. Câmara tipo binóculo com focagem.

Stúdio de Henry Talbot, foto de 1840
A Arte da fotografia nasceu em 1822, quando o físico francês Nicéphore Niepce (1765-1833), eternizou a primeira imagem da realidade em uma chapa de metal. Logo depois, uma coincidência: o francês Louis Daguerre (1787-1851) e o britânico William Henry Talbot (1800-1877), anunciaram, separadamente, em janeiro de 1839, suas descobertas sobre engenhocas que tiravam fotos de pessoas, cenas e paisagens.
Louis Daguerre
Sempre houve polêmica em torno da paternidade das grandes invenções e com a fotografia não poderia ser diferente. Os ingleses, que reivindicam a invenção da máquina fotográfica, argumentam que o processo "negativo-positivo" criado por Talbot foi o único que atravessou os anos, tornando-se a base da moderna fotografia. Foi de Talbot a primeira foto reproduzida em papel (talbótipo), em 1834.

Para colocar mais calor na discussão, alguns historiadores brasileiros garantem ter provas irrefutáveis de que a fotografia foi inventada no Brasil, em 1833, por outro francês, Hercule Florence, que se utilizou de uma câmara escura. D Pedro II, o nosso Imperador fotógrafo, deu à fotografia o status de arte, sendo ele o responsável pela preservação de grande parte de nossa memória visual do século XIX.
Os irmãos Auguste e Louis Lumière, inventores do cinematógrafo
Discussões à parte, não se pode contestar a criação de Niepce nem a importância de Daguerre, este considerado por muitos o precursor da fotografia, que se associou ao mesmo Niepce para aperfeiçoar a invenção. No ano de 1833 Niepce morreu e Daguerre continuou sozinho. Em 1838, obteve os seus primeiros "daguerreótipos". O sistema criado por Daguerre constava de uma fotografia, que era revelada sobre uma placa de cobre polida e que, depois de certo tempo, perdendo sua coloração, ficava brilhante, dando a impressão de ter sido revelada sobre uma lâmina de espelho. A primeira impressão que se tem ao olhar pela primeira vez para um daguerreótipo, parece ser uma obra inacabada, assim como um negativo comum de filme.
A primeira fotografia do mundo, feita em 1826 por Joseph Nicéphore Niepc
O daguerreótipo caiu em desuso em 1854, quando o inglês Frederic Scott Archer inventou as placas de vidro recobertas por uma película transparente de colódio com iodeto, banhadas com nitrato de prata. Em 1864, B. J. Sayce e W.B. Bolton descobriram a preparação de uma emulsão de brometo de prata em colódio, o que representou um grande passo à frente nas pesquisas, com maior avanço na mesma década, quando C. Russell produziu as placas secas de brometo de prata.
 
Daguerreótipos da coleção de Dom Pedro de Orleans e Bragança
Foi impressionante a evolução tecnológica das câmaras fotográficas. Desde o primeiro daguerreótipo, onde a chapa era batida e revelada dentro da máquina, até chegar às câmaras digitais de hoje, houve grande avanço industrial. Depois do daguerreótipo, surgiram as câmaras de Bertsch (1860), a Express Detective - câmara de reportagem usada por Félix Tourmachou Nadar, em 1890. Foi Nadar quem fez as primeiras fotos aéreas da história. Em 1870, surge o melanocromoscópio de Louis Ducos de Hauron, que inaugurou a fotografia a cores. Os irmãos Auguste e Louis Lumière, inventores do cinematógrafo (1895), foram também os criadores da placa autocromo, em 1903, o que fez surgir o primeiro processo comercial da foto a cores. Em 1914 a Eastman Kodak fabricou o primeiro filme pancromático, de emprego generalizado a partir de 1925. A evolução das câmaras não parava e logo o alemão Hans Hass criou uma máquina estanque e inaugurou a fotografia submarina. A barreira da transmissão foi vencida em 1930, quando foram inventados os belinógrafos portáteis que permitiram o envio das radiofotos. Não demorou muito a ciência passou a se utilizar da fotografia em suas pesquisas, o que aconteceu na mesma década de 1930, quando a luz negra, também conhecida como luz de Wood, foi inventada pelo físico norte-americano Robert Williams Wood (1868-1955).
Rara câmara "Hare Sliding Box", fabricada por George Hare em Londres, 1875, com caixa original, 3 lentes e chapas.
Desde que foi inventada, a fotografia tornou-se responsável pela documentação e conseqüente memória de muitos acontecimentos e fatos históricos, registrando imagens importantes para a humanidade ou mesmo guardando os momentos felizes da família comum. Foi longo o caminho percorrido desde a foto em preto e branco da natureza morta Mesa Posta, em 1822, por Nadar, até a foto colorida dos sapatos de J.R Duram. Enquanto a foto de Nadar, obtida em positivo, teve que esperar mais de 8 horas para ser revelada numa solução de betume-da-judéia com óleo animal, sobre uma base de vidro, a fotografia de Duran foi revelada em poucos minutos, graças ao sistema Polaroid criado em 1948. Hoje, micro câmaras revelam segredos do interior do corpo humano e satélites orbitando no planeta Júpiter mandam imagens instantâneas e nítidas do espaço para a Terra. Mas, isso já não é mais história...
Daguerreótipos no Brasil
As primeiras fotografias que apareceram no Brasil foram os daguerreótipos, segundo o processo inventado por Louis Daguerre. Surgiram no país na época do nosso Segundo Reinado e muitos fotógrafos ou daguerreótipos, fizeram retratos por aqui. Eles faziam viagens periódicas ao interior do país, fotografando os senhores de engenho, fazendeiros de café acompanhados de suas famílias e endomingados nas suas melhores roupas e jóias. Este trabalho muito contribuiu para um melhor estudo da vida, hábitos, indumentária e tipos de figuras do Segundo Império. Os daguerreótipos, depois de revelados para melhor proteção ao sol, eram guardados em estojos feitos de couro ou materiais resinoso, fabricados na Inglaterra e na Alemanha. Esses estojos, às vezes duplos, ao guardar os retratos, transformavam-nos em pequenos álbuns de viagens, semelhantes a pequenos livros de missa. Depois de colocados nos seus estojos, os daguerreótipos eram protegidos por um vidro plano, de espessura muito fina, e debruados às vezes com filetes de ouro ou de metal dourado, semelhante aos usados nas miniaturas antigas.

No Rio de Janeiro, ficaram famosos os daguerreótipos (fotógrafos) Inslei Pacheco, estabelecido na Rua do Ouvidor, 102 e Stahl e Wahnschaffe que ficavam no número 117 da mesma rua. Pacheco tinha na fachada do seu ateliê, não só seu nome, mas também: Fotógrafo da Casa Imperial e, mais abaixo, Cavaleiro da Ordem de Cristo premiado na Exposição Nacional de 1861. Academia de Belas Artes de 1864. Iº Prêmio na Exposição Portuguesa de 1865.
(Fonte: www.areliquia.com.br/artigos)
Admilson Barbosa, Fotógrafo 
Obrigado!